sábado, 29 de junho de 2013

Os fins justificam os meios...


Me perdoe Dirceu, Marília... e todos os Árcades! 



Porque por aqui se produz mais quando levemente embriagada





quinta-feira, 27 de junho de 2013

Resolvido como que por um decreto.

- O menino dos olhos de mar será seu, assim como o menino de sorriso sereno será meu. Como que uma equivalência. No seu devido tempo!

-Será sim! virão em caráter definitivo e exatamente por esse motivo precisarão demorar um pouco...

- Bazinga*


* Bazinga é um termo utilizado por um personagem de um seriado que estou completamente envolvida The Big Bang Theory. 

Sheldon é um fisico que não consegue socializar, não entende nada das emoções humanas e acha que tudo tem uma explicação cientifica. Bazinga é a palavra que mais fala quando encontra uma solução para algo ou consegue pregar uma "peça" em alguém. Realmente é esse o caso e não haveria outra palavra para encerrar o dialogo travado logo cedo com a irmã, amiga, cunhada e fiel companheira matinal.






quarta-feira, 26 de junho de 2013

Portugal em "pequenos" goles


Quanto aos cortes, a explicação é simples: as vinhas sempre foram plantadas com diversas castas misturadas. Era uma maneira de se proteger nos anos ruins e garantir alguma colheita, pois os possíveis problemas não afetavam todas as castas ao mesmo tempo. Interessante é notar que muitas vinhas foram replantadas com monovarietais, mas até hoje 15% das parcelas continuam misturadas, e há uma tendência de volta ao velho modelo para manter a característica única dos vinhos portugueses.
Talvez ainda não tenham reparado, mas com este texto não quero menos do que tornar vocês, caros leitores, grandes admiradores de vinhos portugueses, assim como eu. Para isso, a solução é trivial e nada dolorosa: degustar é preciso! E, claro, um pouco de informação ajudará na hora das escolhas.
Abaixo, algumas definições baseadas na ilustre apresentação de Rui Falcão, com as quais dou apenas uma pincelada nesse complexo universo “enolusitano”:
Regiões DOC (ou DOP): Portugal tem 31 DOC (Denominação de Origem Controlada) ou DOP (Denominação de Origem Portuguesa), com fronteiras geográficas bem delimitadas, regras para rendimentos máximos de produção por hectare, castas permitidas, dentre outras muitas exigências.
Vinho Regional (IG ou IGP): “IG” significa “Indicação Geográfica” e “IGP” é “Indicação geográfica protegida”. São 14 zonas com regras bem menos restritas do que as DOC, mas ainda assim produzem vinhos de grande prestígio.
Vinho de mesa: São certamente os mais simples de Portugal, sem muitas regras estabelecidas de produção. Podem ser vinhos de qualidade, ainda assim, com castas internacionais e outras informações padronizadas no rótulo, como os vinhos do Novo Mundo.
Dentre as principais regiões produtoras, estão:
Douro: Primeira região demarcada e regulamentada, não apenas de Portugal, mas do mundo, em 1756. A primeira DOC! A ideia foi do Marques de Pombal, que queria garantir a qualidade dos vinhos exportados para a Inglaterra. É definitivamente uma das minhas regiões preferidas, com tintos escuros, vigorosos e intensos, mas delicados ao mesmo tempo, opacos, com frutos vermelhos maduros e notas vegetais, bom corpo. Isso sem falar no vinho do Porto, uma grande paixão, com sua pungência alcóolica e doçura, acompanhamentos perfeitos para sobremesas e um dos poucos casamentos prováveis para chocolate.
Principais castas: são mais de 50!
  • Touriga Nacional
  • Tinta Roriz
  • Touriga Franca
  • Tinta Barroca
  • Tinto Cão
  • Sousão
  • Vinhos em destaque:  
    • Quinta do Crasto Vinhas Velhas 2009, vinificado com mais de 20 variedades (vinhas velhas não foram replantadas). Assim como para vinhos de outras regiões, vinhas velhas resultam em vinhos com taninos sem adstringência.
    • Quinta da Gaivosa 2005  
Dão: Considerado o melhor terroir para a produção da Touriga Nacional. São vinhos de aroma e sabores complexos e delicados, muito elegantes e encorpados e com uma acidez excepcional - característica que acho imprescindível num bom vinho. Mais duros quando jovens, possuem um grande potencial de envelhecimento.
Principais castas:
  • Encruzado,
  • Touriga Nacional,
  • Alfrocheiro,
  • Tinta Roriz e
  • Jaen
  • Vinho em destaque: Quinta dos Roques 2005 (escutou-se um “wow” na sala...)
Bairrada: A terra de um suculento leitão assado no espeto e do famoso fazedor de vinhos Luis Pato, fica na região centro-oeste de Portugal, beirando o Atlântico.
Principais castas:
  • Baga,
  • Fernão Pires (Maria Gomes),
  • Bical,
  • Touriga Nacional
Vinhos:
Tem brancos com cor verdeal carregada, aromas frutados, sabor fresco e persistente; boa graduação alcoólica; elevada acidez, com bom potencial de envelhecimento.
Com Luis Pato à frente, a Bairrada vem revolucionando a arte de elaborar vinhos com sua uva típica, a baga. Já faz sucesso por aqui a produção de espumantes e vinhos rosés, e tintos com boa expressão, acidez média e agradável concentração de taninos
Lisboa: Atual nome da região de Estremadura produz vinhos delicados e simples, mas gostosos, que dependem da posição relativa das vinhas. 
Principais castas:
  • Arinto,
  • Bastardo (!),
  • Trincadeira
Vinhos:
Brancos frescos e firmes (Arinto); tintos frutados.
Tejo: Ex-Ribatejo, região de vinhos equilibrados, com aromas frutados, fáceis de beber. É a melhor zona agrícola de Portugal.
Principais castas
  • Fernão Pires,
  • Castelão
  • Trincadeira.
Vinhos em destaque:
Donde de Chocapalha 2011; Conde de Vimioso Reserva 2008.
Península De Setúbal: Sua uva tinta principal é a Castelão, ou Periquita, para os íntimos (o nome de um dos vinhos mais vendidos por aqui).
Principais castas:
  • Moscatel de Setúbal,
  • Castelão,
  • Fernão Pires
  • Moscatel roxo (vinhos fantásticos para os doces portugueses)
  • Castas internacionais
Vinhos:
Tintos: com maturação rápida, com notas de groselha e framboesa. Bom potencial de envelhecimento. Exemplo – Vale da Judia Castelão 2009.
Moscatel de Setúbal: branco fortificado com longo envelhecimento em carvalho, com aromas de noz, passas e mel.
Alentejo: Região que produz 50% dos vinhos vendidos em Portugal, é a terra da Alicante Bouschet, resultado do cruzamento de uvas Garnacha e Petit Bouschet, desenvolvida pelo francês Henry Bouschet. A Alicante dá corpo e estrutura aos vinhos do Alentejo e, junto com a Aragonês, prima da Tempranillo espanhola, compõe grande parte dos vinhos da região. 
Principais castas:
  • Aragonês,
  • Trincadeira,
  • Alicante Bouschet,
  • Antão Vaz,
  • Roupeiro
Vinhos: Encorpados, Frutados, Compotados, Taninosos
Em destaque: Tinto da Ânfora 2006; Solar dos Lobos 2008; Mouchão 2006.
Vinhos Verdes: Para quem ainda não teve chance ou curiosidade, acho que é uma região a explorar. Vinhos de sabor e frescor únicos, sendo a Alvarinho a solista regional.     
Principais castas:
  • Alvarinho
  • Arinto/Pedernã
  • Loureiro
  • Vinhão
Vinhos em destaque: Quinta do Melgaço 2011; Morgado de Santa Catarina 2008.
No geral, são vinhos leves, frescos, acídulos, minerais, com aromas de maçã e limão.


Concordo plenamente com o autor do texto retirado do Selo Reserva, inclusive os créditos da imagem ao lado também são seus... o  enólogo Mauricio Szapiro, realmente tá em tempo de conhecer Portugal que além encher meus olhos aos encantos pela arquitetura, história e a literatura (planos de leitura a Jangada de Pedra de Saramago, provavelmente próximo post) ainda dar água na boca!!!







terça-feira, 25 de junho de 2013





“Estar bem e feliz é uma questão de escolha e não de sorte ou mero acaso. É estar perto das pessoas que amamos, que nos fazem bem e que nos querem bem. É saber evitar tudo aquilo que nos incomoda ou faz mal, não hesitando em usar o bom senso, a maturidade obtida com experiências passadas ou mesmo nossa sensibilidade para isso. É distanciar-se de falsidade, inveja e mentiras. Evitar sentimentos corrosivos como o rancor, a raiva e as mágoas, que nos tiram noites de sono e em nada afetam as pessoas responsáveis por causá-los. É valorizar as palavras verdadeiras e os sentimentos sinceros que a nós são destinados. E saber ignorar, de forma mais fina e elegante possível, aqueles que dizem as coisas da boca para fora ou cujas palavras e caráter nunca valeram um milésimo do tempo que você perdeu ao escutá-las.”

- Friedrich Nietzsche.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Paixão é cocaína. Amor é Rivotril




Bate de uma hora para a outra. Você está mais feliz do que uma criança numa piscina de algodão-doce. As preocupações sumiram. O resto do mundo evaporou. E ela é tudo o que importa. Se está longe, dói. De verdade, como se você tivesse apanhado. Mas se ela chega perto vira o melhor analgésico do mundo. Parabéns: você está apaixonado. Caiu na armadilha mais sofisticada da natureza.
Sim, porque a paixão é um instinto. Um tão automático e irracional quanto o que faz as formigas viverem numa sociedade industrial comunista sem terem lido Marx ou um joão-de-barro construir uma casa sem ter feito faculdade de engenharia civil.
O processo que desencadeia esse instinto começa com descargas de dopamina – a mesma substância que a cocaína ativa no cérebro. Essas descargas, do ponto de vista científico, existem por um único motivo: fazer você produzir filhos. Claro que tudo isso acontece sem que você tenha a menor consciência. Ninguém pensa em crianças no momento em que se apaixona. Muito pelo contrário. Mas a real é que não somos diferentes de uma formiga ou de um joão-de-barro: fazemos o que os instintos mandam. E a razão última de todos os instintos que envolvem o amor é produzir filhos, passar os genes adiante, de preferência na companhia dos melhores genes disponíveis no mercado.
Pense numa balada. A coisa é basicamente um pregão da bolsa de genes. Todo mundo procura pelos melhores pacotes genéticos do lugar e negocia possibilidades de fusão – geralmente com os mais bonitos. Beleza. Por que a beleza, em última instância, é um indício visível de saúde. E seu cérebro move você em direção a esses pacotes aparentemente mais saudáveis, já que a possibilidade de eles gerarem filhos melhores é mais alta. Inteligência também conta. Se alguém te faz rir numa conversa de 30 segundos, esse alguém não é burro. E tem uma chance razoável de te dar filhos mais espertos do que você teria se se reproduzisse por brotamento. Ponto para o pacote genético do sujeito.
De novo: vamos atrás das “possibilidades de fusão” com outros pacotes genéticos pelo prazer que a fusão proporciona – seja na cama, seja indo viajar para a Europa com alguém especial. Mas o prazer só existe como recompensa pelo verdadeiro trabalho, que é produzir crianças. Os orgasmos são descargas de dopamina que recompensam você pela tarefa de tentar fundir seus genes com os de alguém. E os instintos que criam os orgasmos são cegos: não fazem a menor ideia se o dono do cérebro está usando camisinha. Ou se ele é homossexual. Ou se ele planejou não ter filhos por que acha criança um saco.
Bom, a piscina de algodão doce que se abre quando você está só passeando com alguém especial também é dopamina, só que numa dose mais leve e contínua. Mas não existe descarga de dopamina grátis. Os efeitos colaterais de estar apaixonado são basicamente os mesmos da cocaína: insônia, agonia, taquicardia.
Quando Pixinguinha cantou que o coração dele “não sei por quê/bate feliz/quando te vê”, estava involuntariamente narrando os efeitos da dopamina sobre o batimento cardíaco. Bon Jovi também, quando canta que o heart dele beats like a drum em Born to be my Baby. Morrissey faz uma descrição mais dramática. E mostra bem o quanto um mero passeio de carro sob a euforia dopamínica pode ser eletrizante para o cérebro do apaixonado:
If a double-decker bus
Crashes into us
To die by your side
It´s such a heavenly way to die
(“Se um ônibus de dois andares/Bater na gente…/Morrer ao seu lado… Taí um jeito paradisíaco de morrer”)

Mas a paixão não é imortal, posto que é droga. E posto que é droga, causa dependência química – as dores físicas que os apaixonados sentem quando são rejeitados têm um paralelo nas crises de abstinência. “I need you, I need you, I neeeeeed you!!”, confirma John Lennon em Michelle*, do Rubber Soul.
Paul McCartney, mesmo mais pragmático que o ex-companheiro de banda, mostra que até a expectativa de passar por essa crise de abstinência pode ser insuportável. E fazer com que você não enxergue a realidade crua quando ela não te favorece. Em For no One, do Revolver:
You don’t believe her when she said
Her love is dead
You think she needs you

Essa montanha-russa química é demais para qualquer organismo. Por isso mesmo a paixão só é infinita enquanto dura. E, segundo a maior parte das pesquisas científicas, dura só 3 anos – na alegria ou na tristeza, na saúde ou na doença. E o que a faz a coisa evaporar é, surpresa, um relacionamento saudável.
Quem destrói os hormônios da paixão são justamente outras substâncias que o corpo libera durante os orgasmos: a ocitocina (nas mulheres) e a vasopresina (nos homens). Essas são drogas mais leves. Ansiolíticos. Transformam o oceano revolto que é uma paixão num mar de tranquilidade. Se a relação continuar bem, essas substâncias vão fortalecendo os laços entre o casal. E serão o gatilho para outro instinto: o de virar mãe e pai – as mulheres, por exemplo, têm esses mesmos hormônios ativados durante a amamentação. Assim elas relacionam a paz da ocitocina, do ansiolítico, à ideia de cuidar da criança. Paixão é cocaína. Amor é Rivotril.
E pode ser eterno, como mostram os albatrozes e alguns casais de humanos. Ou não. Sempre existe a possibilidade de que um dos dois pule fora para recomeçar esse jogo todo com outro pacote de genes. Afinal, paixão vicia. E nem todo mundo usa com moderação.
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*Quem canta Michelle é o Paul. Mas quem compôs a parte gritada foi o John.
**A foto dos cisnes é o link pra uma faixa-bônus, que resume bem o tema todo aqui.
Crédito da imagem: @blinkingidiot, Flickr, Creative Commons

 Todo o texto com vídeos e seleção de imagens são de Alexandre Versignassi. 

terça-feira, 18 de junho de 2013

As mulheres são mais fortes




Para começar, gosto das mulheres. Acho que elas são mais fortes, mais sensíveis e que têm mais bom senso que os homens. Nem todas as mulheres do mundo são assim, mas digamos que é mais fácil encontrar qualidades humanas nelas do que no gênero masculino. Todos os poderes políticos, econômicos, militares são assunto de homens. Durante séculos, a mulher teve de pedir autorização ao seu marido ou ao seu pai para fazer fosse o que fosse. Como é que pudemos viver assim tanto tempo condenando metade da humanidade à subordinação e à humilhação? 

José Saramago, in 'L'Orient le Jour (2007)'


Saramago, raro homem que reconhece o "tempero" que nós mulheres trouxemos ao mundo após a liberdade, e a relativa igualdade de gêneros.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Só um mundo de amor pode durar a vida inteira


"O que quero é fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.

Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios.Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas. "

Na íntegra: http://www.citador.pt/textos/so-um-mundo-de-amor-pode-durar-a-vida-inteira-miguel-esteves-cardoso.





 Miguel Esteves Cardoso é mais um português! Conheço algumas obras dele, inclusive "O  Amor é fodido" que registrei por aqui a leitura, mas essa raridade encontrada nas redes sociais eu realmente não conhecia. Por ser contemporânea causa de imediato total "afinidade" com quem ler.. 



domingo, 16 de junho de 2013


Camarões, Lisboa, O Banquete...





"Tudo se resume a uma briga de torcidas e a gente ali no meio, no meio das bandeiras. O jogo não importa, ninguém tá assistindo e a gente ali no meio, no meio da cegueira... "
   
       Mesmo a utilidade desse blog não sendo pra mim necessariamente um espaço pra denunciar o social, pra levantar a bandeira do oprimido (no sentido coletivo) fica impossível passar calado diante de tantos conflitos no país, de Norte a Sul, com copa ou sem copa, com preço justo para trafegar no coletivo pra mim não importa! Problemas sempre existiram, inclusive do lado de cá todo dia travamos uma batalha, uma luta de "lata" que nos acompanha desde da era de Cabral quando eu nem pensava em existir, o problema é o mesmo, a miséria, a fome, a seca do meu povo nordestino, mas não vou lamentar aqui isso que me deixa triste e cada dia mais incapaz de compreender tantos os interesses ou ausência dele quando o assunto é governança e poder.



    Quero registrar banalidades do meu dia fútil, domingo parecido comigo altamente preguiçoso, puro ócio seja lá intelectual ou não, mas altamente produtivo no sentido mais filosófico da palavra. A microeconomia, macroeconomia, administração financeira, contabilidade de custos que se lasquem (próximo final de semana vem concurso... ai me lasco no sentido mais fodido da palavra!!) Por hoje mesmo quero ler as porcarias que me deixam feliz, ver o que me completa, ouvir o que preenche a alma.... por falar em produzir tanto a imagem como a "confecção" do prato são minhas! Inventei de cozinhar agora e por incrível que pareça encontrei prazer nisso, o prato é simples são camarões legitimamente nordestinos (diferente da receita original disponível em http://receitas.ig.com.br/cappelini-com-camarao/509b9ecc2bab0f882c000102.html) a companhia não é alcoólica não porque eu não tenha o "Miolo" brasileiro sugerido pelo site, que diga-se de passagem é uma das muitas coisas boas que o Brasil produz, o casamento perfeito de duas uvas... mas é que hoje mesmo só chá gelado sabor pêssego me basta, o livro foi a fiel companhia da madrugada e que disputa minha atenção com o texto da Maria da Conceição Tavares, o patrimônio- sapiência- econômico- brasileiro,  graças à deus e aos portugueses (ela é natural de Lisboa) está no ativo do nosso Balanço Patrimônio.
       E por falar em Lisboa (ai, ai, ai...) a vida nada mais é do que uma viagem (será se isso justifica os 0,20 centavos no preço da passagem, rsrs) e é preciso se programar para chegar à parada final, por falar em viagem por aqui conto os dias, acompanho as oscilações no euro, no clima europeu, o fado, a arquitetura e tudo que faz bem aos olhos, brevemente será sentido na alma, putz haveria alguma coisa no chá mate que tomei logo cedo?
         Haja sempre metáfora nos meus dias, abaixo a tanta "obviedades"

e... "tudo se reduz a um campo de batalha" já dizia o Humberto.



sábado, 15 de junho de 2013

Books are the liberated spirits of men





There is more real pleasure to be gotten out of a malicious act, where your heart is in it, than out of thirty acts of a nobler sort."


- Mark Twain in Eruption


E eu aqui... com  as dúvidas,  a insônia , a silenciosa madrugada de sábado e  comungando do sentimento de  Mark Twain entre um gole e outro de chá mate..

terça-feira, 11 de junho de 2013

"A acidez e a doçura serão os maiores desafios"



Em tom de literatura com gastronomia é   que começo  o post de hoje,  após um dia bem puxado e a bateria ainda ativada no 220v  sem previsão pra desligar. Pilhas  de livros pra ler, artigo pra terminar,  material pra separar. São dias  nos quais eu tenho  a total certeza de que estou sendo enganada é impossível esse  dia ter tido 24h.  Eu mesmo precisaria de mais umas 15h adicionas só pra ver os amigos que mim " são" essenciais, bancar a psicóloga e ouvir todas as reclamações diárias de minha mãe, dar atenção a minha pequena e mandar todas as mensagens de texto que planejei durante o dia, mas que não deu. 
Provavelmente nem vá dar... 

Nem mate, nem café, nem vinho...  um chá de camomila morno pra mim!
Ps.   O titulo do post  faz referência a combinação de sushi com vinho...

quarta-feira, 5 de junho de 2013


''Prestem atenção a quem você compartilha sua energia íntima. A intimidade, a este nível, entrelaça sua energia com a energia da outra pessoa. Essas conexões poderosas, independentemente de quão insignificante você acha que elas sejam, deixam detritos espirituais, particularmente nas pessoas que não praticam qualquer tipo de limpeza física, emocional ou de outra forma...

Quanto mais você interagir intimamente com alguém, mais profunda será sua ligação e mais suas auras se entrelaçarão. Imagine a aura confusa de alguém que dorme com várias pessoas e absorve estas múltiplas energias?

O que elas podem não perceber é que há energias que conseguem repelir a energia positiva e atrair, assim, energia negativa em sua vida.

Eu sempre digo, nunca dormir com alguém que você não gostaria de ser.

[Lisa Patterson]