terça-feira, 28 de maio de 2013




"Porque o que se leva dessa vida coração
É o amor que a gente tem p´rá dar ♪"




"A liberdade é uma ilusão, eu sei. Ninguém é inteiramente livre, a não ser que não possua vínculos. Como qualquer pessoa saudável, não abro mão de laços afetivos, a vida seria muito árida sem amor.” 


Martha Medeiros







                          Via: AmoreCaos

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Se é loucura então melhor não ter razão... ♪



Um novo, um novo tempo apesar dos "pesares, dos poréns"..
Tempo de se permitir, de se dar mais, de arriscar e de crer no amor.
Sinto os bons ventos vindo do norte e a certeza de que é preciso se dar mais, se doar e parar de bancar a super poderosa, talvez seja o momento de ver alguém conduzindo a dança, alguém ditando o passo, apontando o norte, o sentido... ou a total falta de sentido, se é que para coisas do coração é preciso de razão.
Desfazendo as malas, chegando, partindo, pagando conta, fazendo novas, emitindo oficios é a dinâmica dos meus dias... Será que não tá na hora de se permitir? de se tornar vulnerável? Se dói, se me deixa boba, se falo com tanto carinho e se tenho saudades, o que deve ser? Como devo chamar isso? 
Não sei...
Hora de organizar e criar espaços

Tempo de  colocar os pingos no "i".

domingo, 19 de maio de 2013


Fica sempre, um pouco de perfume nas mãos que oferece rosas,
nas mãos que sabem ser generosas.

Dar ao próximo alegria, parece coisa tão singela,
aos olhos de Deus porém, é das artes a mais bela.
Fica sempre, um pouco de perfume nas mãos que oferece rosas,
nas mãos que sabem ser generosas. 

(Alberto Costa - Fica Sempre)

Bons amigos que nasceram pela fé.

Dia de Saudade, mas de gratidão pela amizade, pelo convívio com aquele  que precisa se ausentar um pouco, mas que deixa um imenso vazio nos meus dias! 

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Sapiossexual




A cantada mais original de todas!
Se é que se pode chamar de cantada uma "advertência" dessas! Rsrs

quarta-feira, 15 de maio de 2013


Tem dias que são as coisas imediatas e "imprevisíveis" que nos acrescentam, que fazem o dia valer apena...

Depois de mais uma batalha vencida (o dia), do cansaço, do peso dos dias e das obrigações que ainda não acabaram com a alternância do sol para a lua.
São coisas que diga-se de passagem inusitadas que despertam em nós a sensação de plenitude, de total leveza...
Ás vezes não é nem o vinho mais caro, nem o camarão, nem o queijo que você mais gosta...
Tem dias que uma simples cerveja (bem gelada), um pouco de farinha e o espeto da esquina fazem te sentir completa e próxima daquilo que elegemos como o topo.
Como a batalha é simples e nós tão exagerados, que corremos, corremos querendo sempre o melhor e ás vezes o melhor tá assim em coisas tão simples e tão banais...

O Porto e o vinho do Porto




Na foz do rio Douro está o Porto, uma cidade que se orgulha de ter emprestado seu nome não só ao vinho lá fabricado, quanto ao próprio país. Chamada pelos romanos de Portus Cale, esta cidade carrega tanta história que eu poderia discorrer infinitamente sobre ela.
Não sei ao certo o motivo, mas sempre tive uma afinidade por ela. Talvez fosse o toque de vinho do porto nas rabanadas do natal ou o simples sentimento de que, além de ser uma cidade linda, lá se comia e bebia muito bem. Quando tive a chance de ir a Portugal, fiz questão de inclui-la no roteiro.
É uma cidade escura, antiga, que até adquire um certo tom sombrio em um dia nublado e que a cada esquina se respira história. Suas construções de pedra não me deixavam esquecer que aquela era uma das cidades mais antigas e importantes de Portugal.
Descendo as estreitas ruas da cidade, chega-se ao Douro. O rio que nasce na Espanha e desemboca no Atlântico cruza duas das regiões vinícolas que considero mais importantes: Ribera del Duero, ainda na Espanha, e Douro/Porto, já em Portugal. Da margem direita vê-se a cidade de Vila Nova de Gaia, onde está a maioria das caves de vinho do Porto. Seus letreiros espalhados pela encosta nos convidam a degustações divinas e é difícil escolher a melhor delas.
Não se tem certeza da origem do vinho do Porto como nós conhecemos, mas imagina-se que os ingleses começaram a adicionar brandy ao vinho seco do Douro antes que ele terminasse a fermentação, pois dessa forma ele resistiria melhor à longa viagem à ilha bretã. Hoje, o porto é feito através da adição de aguardente vínica (com cerca de 70% de álcool) ao vinho antes de terminada a fermentação. O acréscimo de álcool interrompe a fermentação e faz com que o açúcar da própria fruta, que ainda não foi transformado em álcool, continue presente na bebida, resultando em um vinho doce e alcóolico. Este processo faz com que o Porto seja considerado um vinho licoroso, ou fortificado. As castas mais usadas são as mesmas dos vinhos secos do Douro: Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinta Barroca.

A legislação sobre a produção de vinhos do porto é severa e as classificações são muitas e se dividem em duas grandes categorias: Ruby e Tawny, que se distinguem sobretudo de acordo com a forma de envelhecimento. Rubies são envelhecidos em balseiros e, posteriormente, nas garrafas, já tawnies, por sua vez, em barricas. Ambos são deliciosos, mas cada um tem suas particularidades.
Amo os portos pela diversidade. Cada tipo e cada garrafa podem ser muito diferentes entre si e as mãos dos enólogos estão presentes nas misturas não só de diferentes uvas, mas também de diferentes safras. É como se existisse um outro mundo dentro de uma pequena região de um dos menores países da Europa.
Como são doces, as harmonizações tradicionais são feitas com doces. Um dos maiores prazeres da vida é sentar em uma confeitaria e beber um tawny envelhecido acompanhado de um doce conventual, a base de gemas de ovos e com aquele toquezinho de canela tão adorado pelos portugueses. Adoro o “café com bolo”, mas o “porto com pasteis de santa clara” é uma experiência divina. Os portos mais oxidados, de cor mais alourada, casam muito bem com os doces a base de ovos e creme. Os portos de cor mais intensa como os rubies, com chocolate e café. E os brancos, com sobremesas de frutas. Essas são linhas gerais, pois as características que o tempo e os processo impõem aos portos lhes dá aromas e sabores muito diversos, mesmo dentro de uma mesma classe.

Nunca esqueço de uma degustação em que foram combinados um gorgonzola maduro com um tawny 20 anos, já bem alourado, com toques de mel e especiarias, Se me deixassem, não sairia tão cedo de lá e devorava a forma do queijo e garrafa do vinho inteiras. Imagine o seu “queijos e vinhos” em versão turbinada, foi mais que isso.
Se você tiver a oportunidade de ir a Portugal, mas por algum infortúnio não for ao Porto, sugiro que vá ao Solar do Vinho do Porto, em Lisboa. Só de pensar que o governo criou um bar estatal para divulgar o produto, já nos deixa animados. É, sem dúvida, a melhor carta do gênero que já vi e você pode ter as mais diversas experiências sobre o assunto. Aproveite e peça um belo queijo de ovelha para acompanhar.
Existe muito para se experimentar além dos vinhos tintos secos encorpados que dominam atualmente o gosto internacional. Dê uma chance e veja que, para um vinho ser bom, não precisa ser seco, nem de uvas internacionais. Mas vá com cuidado, afinal, o teor alcoólico elevado pode lhe subir à cabeça!

Por:Cristiano Lanna.
Disponível em Selo Reserva.  Texto e Imagem.



terça-feira, 14 de maio de 2013



Mas alto lá que eu lembro bem
Te conheci
E além de bela você era livre
Decidida a ser feliz na vida 
Sem firmar contrato e coisa e tal
**********************

Quer saber
Acho até
Que te achei
Numa hora chata
Mas depois
Fé em deus
Se der pé
Nova estrada...  ♪


Vinicius Calderoni 



   sÓ isso...
O bom, forte e saboroso preto de cada dia.
Voltando a rotina, recorrendo ao consumo pra encarar o acumulado.



 #vamoquevamo

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Vinhos e afins



"As características que o tempo e os processo impõem aos portos lhes dá aromas e sabores muito diversos, mesmo dentro de uma mesma classe."
(Cristiano Lanna)

   


Sempre acreditei que dentro de uma  garrafa de vinho  havia bem mais do que um mero teor alcoólico     pra mim  o  vinho carrega outras características além do que histórica, cultural e econômica,  uma  garrafa trás oculta  (falo assim porque infelizmente nem  todos conseguem tirar  do estado de embriaguez   o "bom proveito") poesia, filosofia, ensinamento, confunde-se com  quem o consome. Apaixonada por  vinhos  eu sou, prefiro  os mais fortes, não necessariamente os mais alcoólicos.  Não tenho experiência , nem tão pouco formação, nunca vi um enólogo ,   nem o  processo de  fabricação. O que sei  é quase nada,  mas talvez o necessário pra  "adorar" e olhar para essa  bebida com outros olhos...   Muito "arrodeio" (como dizem por essas bandas)  pra dizer que esse post marca  a presença de um novo tema por aqui: vinhos e  afins. 

Escrevo sem pretensões de ser "lida"  .


domingo, 12 de maio de 2013

A melhor mãe e amiga do mundo!



É meu esconderijo
O meu altar
...

Eu tenho muitos amigos
Tenho discos e livros
Mas quando eu mais preciso
Eu só tenho você...

Mas, se eu preciso de paz
Eu só tenho você
Tenho muito mais dúvidas
Do que certezas
Hoje, com certeza
Eu só tenho você...
Eu tenho medo de cobras
Já tive medo do escuro
Tenho medo de te perder...

 Para aquela que sei que sempre posso contar!



sábado, 11 de maio de 2013





Toda mulher tem exatamente a vida amorosa que deseja.

[Filme- Muito bem acompanhada]

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Lealdade





Porque é tão mais fácil aturar a vida sabendo que tem você. Agora sem você, meu amigo  a coisa é feia, realmente feia.


Caio F. Abreu


terça-feira, 7 de maio de 2013

Amor sem prazo de validade


Não, eu não quero amor com prazo de validade...
Eu quero é sem medida, intenso e sem posse.
Não faço questão dessas formalidades, sou contra todas essas burocracias que a vida nos impõe!
Que mal tem em se querer assim de pouquinho, de sentir saudade, medo, desejo e a imensa dúvida... a dúvida de "território  dominado". 
Quero ser surpreendida  dia após dia, não quero me deixar levar pela convivência, divisão, conveniências, não... AGORA NÃO!

Entregar meus dias nas mãos de um único ser? É muito poder concentrado! 

O amor em si sempre terá prazo de validade, outras coisas não... Elas sempre ficam no travesseiro, na música que ouvíamos enquanto bebíamos, no prato predileto, no carinho “peculiar”, no jeito, gesto, no chamego...

E por “ficarem” tanto ficam na pele e nas camadas inferiores...


Ao que sempre "me ler" e que conhece todas as camadas... 
Inspiração após  2 taças de um vinho vagabundo, digno desse dia quente e de saudade!

DC


domingo, 5 de maio de 2013

Chateauneuf - Du - Pape... Abel Pinchard



Olha só com o que me deparo em pleno domingo na caixa de emails...
 Um lindo Francês! É muita ironia, mas eu tenho certeza do que vejo, afinal estou lúcida o bastante!
Chateauneuf - Du - Pape 
Abel Pinchard
E eu me "presenteio", desconheço alguém que mereça tanto ter seus caprichos atendidos.
 Pelos 365 que passaram, pela  minha primavera que logo chegará! 
Vamos lá... só celebrar! 


Esse vinho, sei não... parece com... Rsrs

Um pouco da história( Por Liana Careira)

Uns dizem que são os aromas facilmente reconhecíveis de pimenta preta, proporcionados por um terroir incomumente variado, com solos que vão de areia a cascalho e depósitos aluviais. Outros afirmam que é sua composição, uma alquimia de 13 uvas distintas, o que lhe garante um caráter único. Dentre as uvas permitidas estão tintas e brancas, Grenache, Mourvedre, Syrah, Cinsault, Picpoul, Clairete, Bourboulenc, Terret, Counoise, Muscadim, Vaccarese, Picardan, Roussanne; embora a grande maioria dos produtores escolha de 3 a 5 variedades tintas, prevalecendo em maior porcentagem a Grenache.  
Além da qualidade do conteúdo, os Chateauneuf ainda contam com uma bela garrafa, em que está estampado um brasão em homenagem aqueles que antes de todo mundo já conheciam o tesouro escondido nesses vinhedos.

"... Depois de a residência papal voltar para Roma, o sucessor de Clément, João XXII, constrói novamente um castelo nos arredores de Avignon, o chateau neuf (na tradução ipsis litteris do termo, “novo castelo”). Imediatamente, começa o plantio dos vinhedos que hoje produzem um dos vinhos mais famosos do Rhône. Foi o começo de tudo!"



Na íntegra: https://www.seloreserva.com.br/artigo/o-papa-e-top-157?utm_source=nl050520131000&utm_medium=email&utm_campaign=20130504-dom-10h-papa-e-top-modelo-b&client_id=eb61bef4-fb02-4727-b909-daae0c34edeb

sábado, 4 de maio de 2013

Desassossegados


Foi no livro 'A Caverna', de José Saramago, que o personagem Cipriano Algor definiu seu genro Marçal como um um homem 'da raça dos desassossegados de nascença', e logo pensei, ao ler, 'eu também sou', assim como você deve estar pensando, 'me inclua nessa'.
À raça dos desassossegados pertencemos todos, negros e brancos, ricos e pobres, jovens e velhos, desde que tenhamos, como característica desta raça comum, a inquietação que nos torna insuportavelmente exigentes com a gente mesmo e a ambição de vencer não os jogos, mas o tempo, este adversário implacável.
Desassossegados do mundo correm atrás da felicidade possível, e uma vez alcançado seu quinhão, não sossegam: saem atrás da felicidade improvável, aquela que se promete constante, aquela que ninguém nunca viu, e por isso sua raridade.
Desassossegados amam com atropelo, cultivam fantasias irreais de amores sublimes, fartos e eternos, são sabidamente apressados, cheios de ânsias e desejos, amam muito mais do que necessitam e recebem menos amor do que planejavam.
Desassossegados pensam acordados e dormindo, pensam falando e escutando, pensam ao concordar e, quando discordam, pensam que pensam melhor, e pensam com clareza uns dias e com a mente turva em outros, e pensam tanto que pensam que descansam.
Desassossegados não podem mais ver o telejornal que choram, não podem sair mais às ruas que temem, não podem aceitar tanta gente crua habitando os topos das pirâmides e tanta gente cozida em filas, em madrugadas e no silêncio dos bueiros.
Desassossegados vestem-se de qualquer jeito, arrancam a pele dos dedos com os dentes, homens e mulheres soterrados, cavando uma abertura, tentando abrir uma janela emperrada, inventando uns desafios diferentes para sentir sua vida empurrada, desassossegados voltados pra frente.
Desassossegados desconfiam de si mesmos, se acusam e se defendem, contradizem-se, são fáceis e difíceis, acatam e desrespeitam a lei e seus próprios conceitos, tumultuados e irresistíveis seres que latejam.
Desassossegados têm insônia e são gentis, lhes incomodam as verdades imutáveis, riem quando bebem, não enjoam, mas ficam tontos com tanata ideia solta, com tamanha esquizofrenia, não se acomodam em rede, leito, lamentam a falta que faz uma paz inconsciente.
Desta raça somos todos, eu sou, só sossego quando me aceito.

                                                                                             'Non-Stop' da Martha Medeiros 

quinta-feira, 2 de maio de 2013

O vinho, o Ivan...




"Quando você disse que bateu saudade, que queria me encontrar arrumei a casa, perfumei a cama, preparei um bom jantar. Separei um vinho, coloquei no gelo, desliguei meu celular. Fui pensando em coisas, fui armando um clima, pus um disco pra tocar...  eu deixei de propósito a porta entreaberta "

Ao que sempre me ler e que deixa meu dia mais leve, mais feliz ao me surpreender com seus emails matinais e o simples fato de me colocar ao mesmo grau de paridade "das coisas" que lhe dá prazer: o salvingon, Ivan Lins...

Que sorte a nossa!!