"Tudo se resume a uma briga de torcidas e a gente ali no meio, no meio das bandeiras. O jogo não importa, ninguém tá assistindo e a gente ali no meio, no meio da cegueira... "
Mesmo a utilidade desse blog não sendo pra mim necessariamente um espaço pra denunciar o social, pra levantar a bandeira do oprimido (no sentido coletivo) fica impossível passar calado diante de tantos conflitos no país, de Norte a Sul, com copa ou sem copa, com preço justo para trafegar no coletivo pra mim não importa! Problemas sempre existiram, inclusive do lado de cá todo dia travamos uma batalha, uma luta de "lata" que nos acompanha desde da era de Cabral quando eu nem pensava em existir, o problema é o mesmo, a miséria, a fome, a seca do meu povo nordestino, mas não vou lamentar aqui isso que me deixa triste e cada dia mais incapaz de compreender tantos os interesses ou ausência dele quando o assunto é governança e poder.
Quero registrar banalidades do meu dia fútil, domingo parecido comigo altamente preguiçoso, puro ócio seja lá intelectual ou não, mas altamente produtivo no sentido mais filosófico da palavra. A microeconomia, macroeconomia, administração financeira, contabilidade de custos que se lasquem (próximo final de semana vem concurso... ai me lasco no sentido mais fodido da palavra!!) Por hoje mesmo quero ler as porcarias que me deixam feliz, ver o que me completa, ouvir o que preenche a alma.... por falar em produzir tanto a imagem como a "confecção" do prato são minhas! Inventei de cozinhar agora e por incrível que pareça encontrei prazer nisso, o prato é simples são camarões legitimamente nordestinos (diferente da receita original disponível em http://receitas.ig.com.br/cappelini-com-camarao/509b9ecc2bab0f882c000102.html) a companhia não é alcoólica não porque eu não tenha o "Miolo" brasileiro sugerido pelo site, que diga-se de passagem é uma das muitas coisas boas que o Brasil produz, o casamento perfeito de duas uvas... mas é que hoje mesmo só chá gelado sabor pêssego me basta, o livro foi a fiel companhia da madrugada e que disputa minha atenção com o texto da Maria da Conceição Tavares, o patrimônio- sapiência- econômico- brasileiro, graças à deus e aos portugueses (ela é natural de Lisboa) está no ativo do nosso Balanço Patrimônio.
E por falar em Lisboa (ai, ai, ai...) a vida nada mais é do que uma viagem (será se isso justifica os 0,20 centavos no preço da passagem, rsrs) e é preciso se programar para chegar à parada final, por falar em viagem por aqui conto os dias, acompanho as oscilações no euro, no clima europeu, o fado, a arquitetura e tudo que faz bem aos olhos, brevemente será sentido na alma, putz haveria alguma coisa no chá mate que tomei logo cedo?
Haja sempre metáfora nos meus dias, abaixo a tanta "obviedades"
e... "tudo se reduz a um campo de batalha" já dizia o Humberto.

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