domingo, 29 de junho de 2014

Ando só, permaneço só... vim só!
Não faço tanta questão de ser par, afinal cheguei por aqui sozinha, nada me obriga a terminar a história acompanhada, porque às vezes é ser ímpar que soa mais bonito, mais nobre, rende-me rima e algumas coisas que arrisco chamar de poesia. 
Ocupo muito espaço por isso que deixo sempre dois ou três bancos desocupados para ocupar meus pés cansados de tanto caminhar por ai e de se perder... mesmo sendo muito os dias nos quais me encontro sozinha, muito bem, obrigada. 


Ora, ora, velho discurso de quem tem sempre alguém no seu balão a acompanhar, seja um amigo, um quebra galho, um livro, um litro, um singelo sorriso... Viver é indiferente quando a gente decide que no modelo é preciso sempre SOMAR, digo, sonhar!


Bons sonhos porque já "tarda" e é hora de dormir.

Bonjour, Madame... é o que anuncia meu copo com água no criado-mudo... muita sorte a minha ele silenciar meu caos cotidiano ;)  

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